Segundo o dirigente, os trâmites para a liberação do mercado sul-coreano envolvem etapas técnicas e burocráticas complexas, que podem exigir apreciação em instâncias governamentais do país asiático. Ele destacou que, apesar do adiamento, o diálogo segue em andamento, mas sem prazo definido para avanço.
Outro mercado muito aguardado é do Japão, o setor brasileiro ainda aguarda a conclusão de um relatório após visita técnica realizada por autoridades japonesas em 13 de abril. Perosa avalia que, caso haja interesse político em acelerar o processo, a abertura pode ocorrer de forma relativamente rápida, desde que todas as exigências sanitárias sejam atendidas.
“O nosso trabalho é seguir com todas as tratativas necessárias”, afirmou a liderança.
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, também tem mantido agenda de reuniões com representantes do setor para discutir oportunidades de ampliação das exportações brasileiras de proteína animal.
Nesse contexto, em 7 de abril de 2026, Alckmin recebeu no Palácio do Planalto o embaixador do Japão, Yasushi Noguchi, em um encontro que tratou de temas ligados ao comércio bilateral e à abertura de mercado para produtos agroindustriais brasileiros.
CNA prevê queda de 4,5% na produção de carne bovina em 2026
Publicar comentário