Arquivo de Brasil - https://cotaperiscopica.com/category/brasil/ Mon, 11 May 2026 13:34:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://cotaperiscopica.com/wp-content/uploads/2025/04/cropped-cota-peris-2-32x32.png Arquivo de Brasil - https://cotaperiscopica.com/category/brasil/ 32 32 Capitais do Sul têm mínima de até 3°C nesta segunda (11); veja previsão https://cotaperiscopica.com/capitais-do-sul-tem-minima-de-ate-3c-nesta-segunda-11-veja-previsao/ https://cotaperiscopica.com/capitais-do-sul-tem-minima-de-ate-3c-nesta-segunda-11-veja-previsao/#respond Mon, 11 May 2026 13:34:18 +0000 https://cotaperiscopica.com/capitais-do-sul-tem-minima-de-ate-3c-nesta-segunda-11-veja-previsao/ Massa de ar polar mantém frio intenso no centro-sul do Brasil e provoca risco de geada em estados da região

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A primeira onda de frio de 2026 segue avançando pelo Brasil nesta segunda-feira (11) e provoca temperaturas baixas em capitais do Sul do país. Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis registram algumas das mínimas mais frias entre as capitais brasileiras, segundo dados meteorológicos da Climatempo.

Em Curitiba, a mínima prevista é de apenas 3°C, com máxima de 16°C e tempo firme ao longo do dia. Já Porto Alegre deve variar entre 7°C e 16°C, enquanto Florianópolis registra mínima de 9°C e máxima de 18°C. Nas três capitais, não há previsão de chuva nesta segunda-feira.

A queda nas temperaturas ocorre por causa de uma intensa massa de ar polar continental que atua sobre o centro-sul do país entre os dias 8 e 13 de maio. Segundo a Climatempo, esta é a onda de frio mais intensa registrada no Brasil em 2026 até agora, com possibilidade de geada moderada a forte nos estados do Sul.

A previsão indica que o frio deve permanecer intenso no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná até quarta-feira (13).risco de formação de geada principalmente nas madrugadas e manhãs, inclusive em áreas próximas às regiões metropolitanas de Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba.

Além das capitais do Sul, cidades do Sudeste e Centro-Oeste também sentem os efeitos da massa polar nesta segunda.

São Paulo tem mínima prevista de 7°C e máxima de 20°C, com 78% de chance de chuva. No Rio de Janeiro, os termômetros variam entre 19°C e 22°C, com previsão de chuva intensa ao longo do dia. Belo Horizonte deve registrar máxima de 26°C e mínima de 16°C, também sob instabilidade.

No Centro-Oeste, Campo Grande amanhece com 10°C, enquanto Cuiabá e Brasília registram mínimas de 14°C e 15°C, respectivamente. A Climatempo aponta que o frio também atinge partes de Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Acre e o sul do Amazonas, mesmo que em menor intensidade.

A tendência é de que a massa de ar polar comece a perder força a partir de quarta-feira (13), permitindo elevação gradual das temperaturas no centro-sul do país.

Confira as menores temperaturas previstas para esta segunda-feira (11):

  • Curitiba (PR): mínima de 3°C e máxima de 16°C
  • Porto Alegre (RS): mínima de 7°C e máxima de 16°C
  • São Paulo (SP): mínima de 7°C e máxima de 20°C
  • Florianópolis (SC): mínima de 9°C e máxima de 18°C
  • Campo Grande (MS): mínima de 10°C e máxima de 19°C
  • Cuiabá (MT): mínima de 14°C e máxima de 23°C
  • Brasília (DF): mínima de 15°C e máxima de 28°
  • Belo Horizonte (MG): mínima de 16°C e máxima de 26°C
  • Rio de Janeiro (RJ): mínima de 19°C e máxima de 22°C

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Datafolha: 40% dos brasileiros sofreram com violência ou crimes https://cotaperiscopica.com/datafolha-40-dos-brasileiros-sofreram-com-violencia-ou-crimes/ https://cotaperiscopica.com/datafolha-40-dos-brasileiros-sofreram-com-violencia-ou-crimes/#respond Mon, 11 May 2026 11:40:08 +0000 https://cotaperiscopica.com/datafolha-40-dos-brasileiros-sofreram-com-violencia-ou-crimes/ Levantamento encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública ouviu mais de 2 mil pessoas com 16 anos ou mais; golpes financeiros pela internet ou celular fizeram 26,3 milhões de vítimas

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Cerca de 40,1% de brasileiros, com 16 anos ou mais, disseram ter sofrido com algum tipo de violência ou crime nos últimos 12 meses, segundo dados apresentados neste domingo (10) por uma pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O levantamento, chamado de “Os gatilhos da insegurança”, ouviu 2.004 pessoas em 137 municípios entre os dias 9 e 10 de março deste ano. A CNN Brasil separou os principais detalhes para cada tipo de crime. Entenda abaixo: 

Golpes digitais lideram ocorrências

O crime mais frequente no país ocorre no ambiente virtual. Os golpes financeiros pela internet ou celular atingiram 15,8% da população, o que equivaleria a cerca de 26,3 milhões de pessoas.

Já 12,4% dos entrevistados foram vítimas de crimes com desvios bancários via Pix. Para os golpes digitais, a margem de erro é de 1,6 ponto percertual.

Letalidade e violência próxima

Segundo a pesquisa, cerca de 40% das pessoas afirmaram ter passado por alguma violência nos últimos 12 meses. O índice também é composto por experiências violentas contra pessoas próximas ao próprio círculo social.

  • 13,1% tiveram familiares ou conhecidos assassinados;
  • 9,7% foram ou conheceram alguém que foi vítima de bala perdida;
  • 6,2% tiveram familiares ou conhecidos mortos durante assalto.

Em relação à violência direta, o furto ou roubo de celular atingiu 8,3% das pessoas, enquanto o roubo ou assalto na rua foi relatado por 6,5% dos entrevistados.

Fotógrafo expõe rotina com buracos de tiros em paredes de favelas no Rio

Diferenças por classes e gênero

A pesquisa aponta ainda que o tipo de crime varia conforme o perfil econômico. Nas “classes A e B”, o maior impacto vem dos golpes digitais (21,8%). Em seguida, 14,5% foi vítima de fraude ou desvio de recursos de aplicativos bancários ou Pix.

Crime organizado alcança 41% dos brasileiros em seus bairros, diz Datafolha

Já nas “classes D e E”, a violência letal é mais presente. O maior percentual de corrências (15,2%) é voltado para pessoas que relataram assassinato de familiares ou conhecidos. Já 11,8%, foi ou teve algum conhecido vítima de bala perdida.

Em relação ao gênero, os homens são alvos mais frequentes de golpes de dinheiro pela internet (17,6%) em comparação às mulheres (14,1%). Em casos de assassinato de familiar ou conhecido, os números do público masculino e feminino chegam a 13,1%.

Entre as mulheres, ainda podem ser destacadas as taxas de agressão física e agressão sexual, que representam 3,8% e 1,8%, respectivamente. 

Nos recortes de classes e gênero, a margem de erro está na faixa entre 3 e 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Metodologia

O levantamento foi realizado nos dias 9 e 10 de março de 2026, com margem de erro para dados gerais de dois pontos percentuais para mais ou para menos, além de nível de confiança de 95%.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Datafolha: 41% das mulheres deixaram de sair à noite por medo https://cotaperiscopica.com/datafolha-41-das-mulheres-deixaram-de-sair-a-noite-por-medo/ https://cotaperiscopica.com/datafolha-41-das-mulheres-deixaram-de-sair-a-noite-por-medo/#respond Mon, 11 May 2026 11:02:25 +0000 https://cotaperiscopica.com/datafolha-41-das-mulheres-deixaram-de-sair-a-noite-por-medo/ Pesquisa “Os gatilhos da insegurança” revela que a percepção de risco feminino é superior à dos homens; medo de agressão sexual atinge 82,6% das brasileiras

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O medo de ser violentada fez com que 4 em cada 10 mulheres deixassem de sair à noite, no último ano, segundo o Datafolha. Os dados fazem parte da pesquisa “Os gatilhos da insegurança”, realizada a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgada neste domingo (10).

A pesquisa mostra que 41% das mulheres mudaram suas escolhas por medo da violência.

Os números mostram a disparidade entre o público masculino e o feminino, já que, entre os homes, cerca de apenas 29,8% dizem que o receio da violência causou mudanças em sua rotina noturna.

O “mapa feminino do medo”

A sensação de medo é quase totalizante. Enquanto nenhuma situação de violência citada aos homens alcançou percentuais de 80%, entre as mulheres, todos cenários ultrapassam essa marca.

A violência sexual se destaca entre os motivos para mudanças nos planos noturnos. O medo de ser vítima de agressão sexual atinge 82,6% das entrevistadas.

Os índices só não superam os receios de assaltos, furtos e de ser morta, onde todos os quesitos superam os 83% das mulheres.

Maiores medos das mulheres (acima de 80%):

  • Roubo à mão armada: 86,6%.
  • Golpes digitais: 86,6%.
  • Ser morta em assalto: 86,2%.
  • Ter o celular roubado/furtado: 83,6%.
  • Ser roubada/assaltada na rua: 83,2%.
  • Vítima de agressão sexual: 82,6%.
  • Residência invadida ou arrombada: 82,6%.
  • Vítima de bala perdida: 82,3%.

Mudanças de comportamento e hábitos

Além de evitarem sair à noite, 37,8% das mulheres deixaram de circular com o celular nas ruas por medo de assalto, contra 28,9% dos homens.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas presencialmente em 137 municípios. A margem de erro varia entre 0,8 e 4,2 pontos percentuais.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Crime organizado alcança 41% dos brasileiros em seus bairros, diz Datafolha https://cotaperiscopica.com/crime-organizado-alcanca-41-dos-brasileiros-em-seus-bairros-diz-datafolha/ https://cotaperiscopica.com/crime-organizado-alcanca-41-dos-brasileiros-em-seus-bairros-diz-datafolha/#respond Mon, 11 May 2026 10:26:18 +0000 https://cotaperiscopica.com/crime-organizado-alcanca-41-dos-brasileiros-em-seus-bairros-diz-datafolha/ Levantamento indica que 68,7 milhões de pessoas convivem com a presença de facções; medo de confrontos e controle de serviços básicos alteram rotina local

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Cerca de 68,7 milhões de pessoas no Brasil alegam conviver diariamente com o crime organizado no bairro onde moram, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (10). Os números representam 41% da população, segundo estimativas do IBGE.

A pesquisa, que indagou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 137 municípios brasileiros, revelou que  51% dos entrevistados afirmam que o problema não existe em sua vizinhança, enquanto 7% não souberam responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Atuação nada discreta

Embora a percepção sobre violência incida sobre parcela expressiva da população, o levantamento mostrou que há discrição na forma como esses grupos atuam.

Localizados principalmente nos centros urbanos — onde a percepção de presença do crime atinge 56% da população — cerca de 35% dos entrevistados avaliam que esses grupos influenciam muito nas decisões e regras do bairro.

Domínio sobre a vida das pessoas

Cerca de 42,2 milhões de pessoas alegam viver em contextos onde o crime é visto como a força que regula a vida local. 

Na esfera econômica, 12,5% sentem-se obrigados a contratar serviços (internet, energia ou água) indicados pelo crime. E 9% alegam serem compelidos a comprar marcas ou produtos específicos por imposição dessas organizações.

Quando avaliadas por aspectos como liberdade de ir e vir, cerca de 75% evitam circular por determinados locais para fugir da violência.

A pesquisa ainda mostra um drama maior. As famílias, cerca de 71% delas, temem que seus familiares se envolvam com o tráfico de drogas, dando contornos ao poder destes grupos sobre as comunidades.

A pesquisa foi feita em 9 e 10 de março deste ano pelo Datafolha, e foi encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Brasileiros confiam mais em si do que em estrangeiros, mostra pesquisa https://cotaperiscopica.com/brasileiros-confiam-mais-em-si-do-que-em-estrangeiros-mostra-pesquisa/ https://cotaperiscopica.com/brasileiros-confiam-mais-em-si-do-que-em-estrangeiros-mostra-pesquisa/#respond Mon, 11 May 2026 10:10:10 +0000 https://cotaperiscopica.com/brasileiros-confiam-mais-em-si-do-que-em-estrangeiros-mostra-pesquisa/ Estudo revela que a percepção interna sobre a imagem do país supera a visão estrangeira em quase todos os índices, mas aponta que o mundo admira o país mais do que a própria população em indicadores específicos de confiança

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A imagem e a reputação do Brasil são avaliadas de forma mais positiva pelos próprios brasileiros do que pelo público internacional, segundo dados da pesquisa Marca Brasil, realizada pela consultoria OnStrategy e divulgada com exclusividade pela CNN Brasil nesta segunda-feira (11).

Esse é o maior levantamento sobre a reputação do Brasil já produzido, por meio de entrevistas com 192.400 brasileiros e 278.200 estrangeiros de forma online — incluindo cidadãos, executivos de empresas, jornalistas, influenciadores e autoridades entre outubro de 2025 e março de 2026.

Enquanto a imagem interna do Brasil atinge a pontuação de 6,9, a avaliação externa ficou em 6,3.

Esse dado revela uma marca nacional com substância, mas que enfrenta sérios problemas de comunicação estratégica para exportar sua narrativa, segundo diagnóstico da empresa.

O abismo entre a notoriedade e a imagem

O levantamento indica que o Brasil possui notoriedade interna máxima (10,0), mas esse reconhecimento não se converte em uma vitrine eficiente no exterior, onde o gap de percepção chega a -2,2.

O estudo aponta que o país “conhece sua grandeza, mas não sabe comunicá-la”. Apesar de a avaliação geral ser melhor dentro de casa, ocorre o chamado “paradoxo da admiração”.

Quando avaliados os quesitos de Admiração e Confiança, a nota dos estrangeiros supera a dos brasileiros, com um saldo positivo de +0,4 para o público externo.

De maneira geral, os brasileiros possuem uma visão mais positiva do país do que os estrangeiros, com um score de imagem interna de 6,94 frente a 6,34 na avaliação externa. No entanto, existem áreas específicas onde essa percepção se inverte ou apresenta nuances importantes.

Veja abaixo os quesitos detalhados conforme a pesquisa:

Onde os brasileiros têm uma visão melhor

  • Imagem e Reputação Global: A avaliação interna do Brasil, de suas regiões e das áreas da economia é sistematicamente superior à avaliação feita pelo público externo.
  • Notoriedade e Familiaridade: O brasileiro atribui nota máxima (10,0) para a notoriedade do país, enquanto o público externo apresenta um gap de -2,2 em relação a esse valor.
  • Região Nordeste: É muito valorizada internamente pelo seu “capital cultural”, mas sofre com a menor notoriedade externa entre todas as regiões.
  • Mato Grosso: O estado possui uma percepção de qualidade interna de 7,3, mas sua exposição internacional externa é de apenas 3,4.
  • Qualidade de Produtos e Serviços: Listado como um dos atributos mais fortes na visão geral, mas com a ressalva de que o Brasil ainda falha em converter sua grandeza interna em uma narrativa exportável eficiente.

Onde os estrangeiros têm uma visão melhor

  • Admiração e Confiança: Este é o único indicador nacional com inversão positiva; o mundo admira o Brasil mais do que os próprios brasileiros.
  • Estado do Amazonas: É o único estado onde a imagem externa  supera a interna. O score externo para “Beleza e Cultura” na Amazônia atinge 9,4, sendo mais valorizada pelo mundo do que por quem vive nela.
  • Beleza e Cultura no Agronegócio: O mundo enxerga “mais romance e riqueza cultural” no campo brasileiro do que os próprios brasileiros. A percepção externa de beleza no agro é de 7,5, superando a interna em 1,4 ponto.

Pontos de equilíbrio ou fraqueza comum

  • Governança no Agro: Existe um gap zero em “Governo e Liderança” especificamente no setor do agronegócio indicando que mercados internacionais veem estabilidade e confiança nos contratos desse setor.
  • Segurança e Ambiente Político: Ambos os públicos avaliam mal quesitos como “Estilo de Vida e Segurança” e “Ambiente Político, Econômico e Social”. O quesito segurança, especificamente, possui o pior score externo (4,4).

Pesquisa Marca Brasil na CNN

As entrevistas internacionais da pesquisa foram feitas com cidadãos do México, Argentina, EUA, Canadá, China, Japão, Índia, Emirados Árabes, África do Sul, Angola, Moçambique, Rússia, Reino Unido, Suíça, Alemanha, França, Itália, Espanha, Polônia, Holanda, Grécia, Bélgica, Portugal, Suécia, Áustria e Dinamarca.

Fundada em 2009 e sediada em Lisboa, a OnStrategy é uma consultora multidisciplinar de brand value management, focada na criação, construção e otimização do valor econômico e financeiro de negócios e marcas.

A partir deste segunda-feira (11) e ao longo desta semana, o portal da CNN Brasil e seus perfis nas redes sociais irão divulgar uma série de conteúdos com detalhes da pesquisa. Na TV, a CNN Brasil dá largada na cobertura no CNN Prime Time, a partir das 20 horas, com apresentação de Márcio Gomes. O jornal exibe uma série de quatro episódios temáticos que trazem os dados inéditos e os desdobramentos do estudo global.

A cobertura especial da CNN Brasil se encerra no domingo, 17 de maio, com um programa ao vivo, de uma hora, apresentado por Iuri Pitta e Elisa Veeck. Dividida em blocos temáticos, a atração debaterá com especialistas os impactos desses achados para a economia, política, agronegócio e segurança pública.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Bonito e inseguro: pesquisa inédita revela como Brasil é visto no mundo https://cotaperiscopica.com/bonito-e-inseguro-pesquisa-inedita-revela-como-brasil-e-visto-no-mundo/ https://cotaperiscopica.com/bonito-e-inseguro-pesquisa-inedita-revela-como-brasil-e-visto-no-mundo/#respond Mon, 11 May 2026 10:00:01 +0000 https://cotaperiscopica.com/bonito-e-inseguro-pesquisa-inedita-revela-como-brasil-e-visto-no-mundo/ Estudo Marca Brasil, realizado pela consultoria OnStrategy, aponta que o país possui imagem “moderada” e enfrenta desafio de transformar potencial cultural e econômica em narrativa global

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A pesquisa Marca Brasil, realizada pela consultoria OnStrategy e divulgada com exclusividade pela CNN Brasil nesta segunda-feira (11), analisou a percepção global do Brasil sobre diversos segmentos, desde imagem e reputação, passando pelo ambiente político e de negócios, estilo de vida, agricultura, turismo, entre outros.

Trata-se da maior pesquisa sobre a reputação do Brasil já produzida. Foram entrevistados pela OnStrategy 192.400 brasileiros e 278.200 estrangeiros de forma online — entre cidadãos, executivos de empresas, jornalistas, influenciadores e autoridades entre outubro de 2025 e março de 2026.

O levantamento mostra que o Brasil possui uma identidade forte, mas falha na construção de uma narrativa no entorno da segurança pública. O estudo mostra, ainda, que o país enfrenta, entre outros desafios, um problema de narrativa, em que a grandeza conhecida internamente não é devidamente projetada para o mundo.

Brasileiros e estrangeiros foram ouvidos e resumem o país como um local bonito e repleto de possibilidades, mas que enfrenta paradoxos significativos.

Alguns dos pontos positivos do país estão nas belezas naturais, que fazem do turismo o principal motor de imagem. Contudo, a insegurança pública é identificada como a barreira crítica que impede o crescimento da reputação nacional.

Como o Brasil é visto

Quando questionado sobre como avaliam a imagem do país, em uma escala de 0 a 10, o Brasil possui uma nota de imagem e reputação interna superior a externa.

Os dados indicam que os brasileiros têm uma visão melhor sobre o país do que os gringos. Veja notas:

  • Nota sobre a percepção interna da “imagem e reputação do Brasil”: 6,9
  • Nota sobre a percepção externa da “imagem e reputação do Brasil”: 6,3

Contudo, o mesmo levantamento apresenta um dado antagônico ao que avaliou a visão sobre a imagem do país. Quando perguntados sobre admiração e confiança, o resultado é diferente. São os gringos, neste caso, que avaliam melhor o país.

  • Nota sobre a percepção interna em “admiração e confiança”: 5,8
  • Nota sobre a percepção externa em “admiração e confiança”: 6,2

Desafios do Brasil

A segurança e o estilo de vida são os maiores entraves, com a pior pontuação externa, visto como um “teto invisível” que limita o crescimento da imagem do país. A percepção sobre violência é a mais mal avaliada na opinião externa.

Os entrevistados revelam que os brasileiros e os estrangeiros enxergam que o Brasil é um país vulnerável neste sentido. A pesquisa classifica notas entre 4 e 5,9 como indicativos de vulnerabilidade.

  • Nota sobre a percepção interna em Segurança Pública: 5,4
  • Nota sobre a percepção externa em Segurança Pública: 4,4

Os dados também apontam deficiências no ambiente político, econômico e social, e questões como governo e liderança. As percepções são semelhantes sobre a política e condução econômica e social.

  • Nota sobre a percepção interna em “ambiente político, econômico e social”: 5,3
  • Nota sobre a percepção externa em “ambiente político, econômico e social”: 5,2

A compreensão sobre o governo e as lideranças brasileiras também são similares:

  • Nota sobre a percepção interna em “governo e liderança.“: 5,4
  • Nota sobre a percepção externa em “governo e liderança.“: 5,3

Pesquisa Marca Brasil na CNN

As entrevistas internacionais da pesquisa foram feitas com cidadãos do México, Argentina, EUA, Canadá, China, Japão, Índia, Emirados Árabes, África do Sul, Angola, Moçambique, Rússia, Reino Unido, Suíça, Alemanha, França, Itália, Espanha, Polônia, Holanda, Grécia, Bélgica, Portugal, Suécia, Áustria e Dinamarca.

Fundada em 2009 e sediada em Lisboa, a OnStrategy é uma consultora multidisciplinar de brand value management, focada na criação, construção e otimização do valor econômico e financeiro de negócios e marcas.

A partir deste segunda-feira (11) e ao longo desta semana, o portal da CNN Brasil e seus perfis nas redes sociais irão divulgar uma série de conteúdos com detalhes da pesquisa. Na TV, a CNN Brasil dá largada na cobertura no CNN Prime Time, a partir das 20 horas, com apresentação de Márcio Gomes. O jornal exibe uma série de quatro episódios temáticos que trazem os dados inéditos e os desdobramentos do estudo global.

A cobertura especial da CNN Brasil se encerra no domingo, 17 de maio, com um programa ao vivo, de uma hora, apresentado por Iuri Pitta e Elisa Veeck. Dividida em blocos temáticos, a atração debaterá com especialistas os impactos desses achados para a economia, política, agronegócio e segurança pública.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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