Arquivo de Política - https://cotaperiscopica.com/category/politica/ Wed, 20 May 2026 12:45:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://cotaperiscopica.com/wp-content/uploads/2025/04/cropped-cota-peris-2-32x32.png Arquivo de Política - https://cotaperiscopica.com/category/politica/ 32 32 Entenda em 5 pontos como Flávio planeja reduzir crise por áudio de Vorcaro https://cotaperiscopica.com/entenda-em-5-pontos-como-flavio-planeja-reduzir-crise-por-audio-de-vorcaro/ https://cotaperiscopica.com/entenda-em-5-pontos-como-flavio-planeja-reduzir-crise-por-audio-de-vorcaro/#respond Wed, 20 May 2026 12:45:21 +0000 https://cotaperiscopica.com/entenda-em-5-pontos-como-flavio-planeja-reduzir-crise-por-audio-de-vorcaro/ Senador e pré-candidato à Presidência conta com apoio de parlamentares de seu partido e de declarações do pai, Jair Bolsonaro, para reverter desgaste gerado após a revelação de seu contato com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro

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Em meio à crise que se instaurou no entorno de Flávio Bolsonaro (PL) desde que foi revelada troca de mensagens e áudio entre o senador e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do extinto Banco Master, o pré-candidato e seu partido começaram a planejar estratégias para reduzir a crise gerada a pouco mais de quatro meses antes das eleições.

Segundo o senador, todo o contato foi restrito a um pedido de patrocínio para o filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

Destacam-se cinco pontos principais que vão desde reuniões com lideranças políticas e empresários até ao envolvimento do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Plano de governo

Como mostrou a CNN, o senador antecipará o lançamento de partes do seu plano de governo para tentar reverter o desgaste causado pela divulgação do áudio.

A estratégia é forçar o debate de fatos novos, em especial aqueles de maior apelo ao eleitorado, como a defesa da diminuição da maioridade penal e o anúncio de medidas para a segurança pública. A ideia é fazer um anúncio a cada semana para manter a relação com o ex-controlador do Master em segundo plano.

Reunião com bancada do PL

Flávio Bolsonaro se reuniu na última terça-feira (19) com deputados federais e senadores de seu partido para alinhar discursos de endosso dos parlamentares em agendas que o pré-candidato cumprirá em estados.

Mesmo aliados de Flávio Bolsonaro relataram surpresa ao tomar conhecimento da relação entre o pré-candidato e Daniel Vorcaro. O líder da bancada na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), contudo, nega que o áudio tenha desanimado os parlamentares bolsonaristas. “A bancada está animada, é uma questão de alinhamento. Graças a Deus, a ampla maioria está engajada”, declarou.

Reunião com empresários

O primogênito de Jair Bolsonaro viaja nesta quarta-feira (20) a São Paulo para encontrar com empresários e formadores de opinião. A intenção é reforçar seu nome como o candidato pró-mercado com viabilidade de derrotar Lula.

Dentro da nova estratégia, Flávio criticou, nessa terça-feira (19), o custo econômico decorrente do fim da escala 6×1 e afirmou que a oposição irá apresentar uma nova proposta sobre a jornada de trabalho dos brasileiros.

Ainda que a viagem já estivesse prevista antes da crise com Vorcaro, os encontros ganham um novo significado neste momento.

Transparência dos contratos de produção de “Dark Horse”

Também na última terça-feira (19), em fala a jornalistas, Flávio defendeu que a produtora do filme “Dark Horse” torne públicos os contratos de investimento no longa metragem.

Ainda pediu que os investimentos feitos por Daniel Vorcaro apareçam com destaque e “à disposição das autoridades para resolverem o que vão fazer”. A defesa da transparência, assim como da CPI do Master, serviria para demarcar sua posição de quem não quer bloquear investigações.

Jair Bolsonaro pede união em torno do filho

A CNN relatou que, em conversas com familiares, o ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar, defendeu a união do PL em torno de seu filho, Flávio.

Jair Bolsonaro também minimizou o impacto da revelação que, em sua avaliação, perderá força ao longo das semanas. Sua recomendação, e mensagem para apoiadores, foi que o filho engaje no enfrentamento público junto da militância bolsonarista.

*Sob supervisão de Renata Souza

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Vereadora trans é levada a hospital após protesto; equipe fala em agressão https://cotaperiscopica.com/vereadora-trans-e-levada-a-hospital-apos-protesto-equipe-fala-em-agressao/ https://cotaperiscopica.com/vereadora-trans-e-levada-a-hospital-apos-protesto-equipe-fala-em-agressao/#respond Wed, 20 May 2026 12:31:40 +0000 https://cotaperiscopica.com/vereadora-trans-e-levada-a-hospital-apos-protesto-equipe-fala-em-agressao/ Parlamentar participou de ato no Plaza Shopping Niterói em defesa do uso de banheiros públicos por pessoas trans

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A vereadora Benny Briolly (PT-RJ) foi levada ao hospital, na última terça-feira (19), após liderar um protesto pacífico no Plaza Shopping Niterói, a favor do uso de banheiros públicos por pessoas trans. 

Um vídeo publicado em suas redes sociais mostra o momento em que a vereadora foi encaminhada à ambulância. “Fui atacada com violência física, jogada no chão, e precisei ser hospitalizada às pressas” disse.

Em nota pública, a equipe da parlamentar afirmou que Benny foi agredida no estabelecimento e que precisou passar por um processo de estabilização. Segundo o comunicado divulgado na noite de ontem, a vereadora estaria se recuperando.

A CNN procurou a assessoria de Benny sobre o ocorrido e aguarda retorno.

O deputado federal Douglas Gomes (PL-RJ) e a vereadora Fernanda Louback (PL-RJ) também foram ao shopping contra o ato de Benny. “Respeitar pessoas trans não pode significar obrigar mulheres a abrir mão de um direito que foi construído para protegê-las”, disse Fernanda nas redes sociais. 

À CNN, o Plaza Shopping Niterói afirmou que a equipe de segurança acompanhou o ocorrido. No entanto, não se manifestou sobre as normas de uso dos banheiros públicos por pessoas trans.

“O shopping é um espaço privado de visitação pública e, por isso, manifestações de qualquer natureza não são encorajadas, para preservar o bem-estar de todos. A equipe de segurança acompanhou toda a movimentação, que não impactou o funcionamento do empreendimento, prestando todos os auxílios necessários.”

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Quem é amiga de Lulinha que depõe sobre fraudes no INSS nesta quarta (20) https://cotaperiscopica.com/quem-e-amiga-de-lulinha-que-depoe-sobre-fraudes-no-inss-nesta-quarta-20/ https://cotaperiscopica.com/quem-e-amiga-de-lulinha-que-depoe-sobre-fraudes-no-inss-nesta-quarta-20/#respond Wed, 20 May 2026 11:12:48 +0000 https://cotaperiscopica.com/quem-e-amiga-de-lulinha-que-depoe-sobre-fraudes-no-inss-nesta-quarta-20/ Roberta Luchsinger é investigada por intermediar supostos pagamentos do “Careca do INSS” a Fábio Luís Lula da Silva

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A PF (Polícia Federal) realiza nesta quarta-feira (20) o depoimento da empresária Roberta Luchsinger, investigada no âmbito das fraudes no INSS. O depoimento será colhido por videoconferência e integra um esforço da PF para concluir ao menos 35 depoimentos pendentes relacionados ao esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões.

Segundo relatórios da Polícia Federal que constam de decisões autorizando fases da chamada “Operação Sem Desconto”, Roberta Luchsinger é apontada como uma possível operadora financeira e política do esquema.

Ela teria trabalhado para Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, descrito como um lobista que articulava acordos entre entidades e o INSS para viabilizar descontos indevidos nas aposentadorias e pensões de beneficiários.

Esquema de lavagem e distribuição de recursos

Os recursos obtidos de forma ilícita, segundo as investigações, eram distribuídos por uma série de empresas para permitir a lavagem e a ocultação dos valores subtraídos de aposentados e pensionistas. Nesse contexto, uma empresa registrada em nome de Roberta, a RL Consultoria e Intermediações Limitada, teria recebido quase um milhão e meio de reais em transferências oriundas da Brasília Consultoria Empresarial Limitada, empresa considerada de fachada e ligada ao “Careca do INSS”.

A Polícia Federal apontou que essas transferências ocorreram sem nenhuma prestação de serviço que justificasse os repasses, configurando indícios de lavagem de dinheiro.

Ligação com Fábio Luís Lula da Silva

A investigação também aponta uma relação de proximidade entre Roberta Luchsinger e Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em razão dessa proximidade, a CPMI do INSS tentou, por diversas ocasiões, convocar a empresária para prestar depoimentos à comissão.

Os requerimentos, no entanto, foram rejeitados, uma vez que o governo detinha maioria naquela CPMI. Parlamentares também chegaram a apontar, no âmbito da comissão, os indícios levantados pela Polícia Federal e as relações de proximidade com Fábio Luís Lula da Silva.

Mudança no comando das investigações gera polêmica

O depoimento ocorre em um momento de controvérsia interna nas investigações. Recentemente, a Polícia Federal transferiu o inquérito da Divisão de Crimes Previdenciários para a coordenação responsável por casos com foro privilegiado.

A mudança gerou acusações da oposição, que a interpreta como uma possível interferência do Executivo na condução das apurações. Segundo as informações apuradas, André Mendonça, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) não teria visto com bons olhos a alteração e estudava uma possível ação nesse sentido, diante da alegada descontinuidade das investigações provocada pela troca de comando dentro da corporação.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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O Grande Debate: Desgaste de Flávio é momentâneo ou consolidado? https://cotaperiscopica.com/o-grande-debate-desgaste-de-flavio-e-momentaneo-ou-consolidado/ https://cotaperiscopica.com/o-grande-debate-desgaste-de-flavio-e-momentaneo-ou-consolidado/#respond Wed, 20 May 2026 10:35:24 +0000 https://cotaperiscopica.com/o-grande-debate-desgaste-de-flavio-e-momentaneo-ou-consolidado/ Levantamento AtlasIntel/Bloomberg mostra recuo de 6 pontos percentuais do senador após escândalo envolvendo áudio e financiamento de filme

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O comentarista da CNN José Eduardo Cardozo e a ex-senadora e jornalista Ana Amélia Lemos debateram, na terça-feira (19), em O Grande Debate (de segunda a sexta-feira, às 23h), sobre a pesquisa Atlas: Desgaste de Flávio é momentâneo ou consolidado?

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada na terça-feira revelou uma queda expressiva nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno da eleição presidencial. O levantamento, que ouviu 5.032 eleitores entre os dias 13 e 18 de maio, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%, aponta Flávio Bolsonaro com 41,8% das intenções de voto, contra 48,9% de Luiz Inácio Lula da Silva. O índice de eleitores que votariam em branco, nulo ou que não souberam responder subiu de 4,7% para 9,3%.

A pesquisa é a primeira divulgada desde a revelação de um áudio de Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, no qual ele pede o financiamento do filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em março, Flávio Bolsonaro registrava 47,6% das intenções de voto, número que subiu ligeiramente para 47,8% em abril antes de despencar para 41,8% na edição mais recente. O levantamento foi realizado com recursos próprios e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.

Desgaste “brutal” e escândalo ainda em curso

Para José Eduardo Cardozo, o recuo nas pesquisas é apenas o começo de uma queda mais profunda. “É um desgaste brutal, muito forte, atinge a essência daquilo que um candidato precisa no momento em que está reunindo forças para manter a decolagem do início da campanha”, afirmou. Cardozo destacou que o escândalo ainda está em desenvolvimento, com novos fatos surgindo a cada dia, incluindo a revelação de que Flávio Bolsonaro teria se encontrado com Daniel Vorcaro após a prisão deste, com tornozeleira eletrônica, contrariando declarações anteriores de que nunca havia tido contato com ele.

Cardozo também chamou atenção para questionamentos sobre o uso de emendas parlamentares no financiamento do filme, por meio de uma ONG, para uma produtora que, segundo ele, não estaria registrada no Brasil. “Esse é um escândalo que parece que vai tomar corpo brutalmente. A cada segundo que passa, novos fatos são descobertos”, disse. Na avaliação dele, retirar a candidatura de Flávio Bolsonaro equivaleria a uma “confissão de culpa”, mas mantê-la prejudicaria qualquer projeto de unificação do campo da extrema-direita.

Ausência de plano B

Ana Amélia Lemos concordou com a gravidade do cenário, destacando que a crise pegou a direita brasileira de surpresa. Segundo ela, não há um plano B consolidado para substituir Flávio Bolsonaro. “O plano B se esgotou quando Tarcísio de Freitas não pediu a desincompatibilização como governador de São Paulo”, afirmou. Ela também mencionou que Michelle Bolsonaro, apontada por alguns como a candidata com maior potencial de enfrentar Lula entre os nomes da direita, não seria aceita pelo clã Bolsonaro.

Lemos destacou ainda que a perda de seis pontos percentuais em apenas uma semana reflete um cenário de indefinição que, no momento, favorece a reeleição de Lula. Ela ponderou que, embora a direita possa tentar instalar uma CPMI para investigar o caso, o tempo é escasso — restam apenas 19 semanas para a eleição —, o que torna a eficácia dessa estratégia “de resultado duvidoso”. “Agora é buscar provas ou tentar uma defesa mais convincente do que foi feita até agora”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Flávio quer suspender reforma tributária por um ano e rever exceções https://cotaperiscopica.com/flavio-quer-suspender-reforma-tributaria-por-um-ano-e-rever-excecoes/ https://cotaperiscopica.com/flavio-quer-suspender-reforma-tributaria-por-um-ano-e-rever-excecoes/#respond Wed, 20 May 2026 07:45:23 +0000 https://cotaperiscopica.com/flavio-quer-suspender-reforma-tributaria-por-um-ano-e-rever-excecoes/ Proposta está em formulação pela equipe de pré-campanha; objetivo é reduzir alíquota-padrão do novo IVA de 28% para 19% ou menos

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O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ), pretende suspender por um ano a aplicação da reforma tributária e revisar o regime diferenciado de impostos para setores econômicos específicos caso vença as eleições de outubro.

A proposta, em formulação pela equipe da pré-campanha, integrará o plano de governo de Flávio com foco na redução da carga tributária. Segundo apurou a CNN, ele avalia ser necessário revisar todos os pontos principais da reforma aprovada pelo Congresso Nacional no fim de 2023.

Para integrantes da pré-campanha de Flávio, do jeito que está, o desenho da reforma tributária deixa a alíquota-padrão do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) em um patamar entre os mais altos do mundo – estimativa de cerca de 28% –, distorce o funcionamento do imposto em comparação com o aplicado em outros países e não cumprirá a promessa de desburocratizar de forma objetiva a cobrança de impostos ao longo da cadeia produtiva.

Na avaliação de interlocutores de Flávio, é preciso ainda revisar a série de tratamentos diferenciados a determinados setores econômicos, com desconto parcial ou total sobre o “IVA cheio”.

Atividades profissionais como advocacia, engenharia, administração de empresas, arquitetura e urbanismo, contabilidade e estatística terão redução de 30% sobre a alíquota-padrão.

Serviços de educação, saúde, medicamentos, insumos agropecuários, transporte coletivo, produções artísticas e culturais são exemplos de atividades com desconto de 60% sobre o IVA.

Medicamentos e itens da cesta básica ficarão isentos da cobrança.

Além disso, 11 setores ganharam regimes de tributação específicos, como sistema financeiro, combustíveis e lubrificantes, planos de saúde e construção civil.

Para a pré-campanha de Flávio, se essas exceções e descontos forem eliminados, seria possível reduzir a alíquota-padrão para 19% ou até menos.

Além disso, na avaliação de interlocutores do senador, a entrada em vigência da reforma tributária a partir de janeiro levará a uma elevada judicialização de empresas contra o novo sistema de cobrança de impostos.

Para a suspensão da reforma, o diagnóstico é de que seria necessária a apresentação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) — e sua consequente aprovação pelo Congresso.

A equipe de Flávio aposta na força que ele teria, ao menos no primeiro ano de governo, para tocar a matéria entre os parlamentares.

Dando continuidade à pré-campanha, Flávio viaja nesta quarta (20) para São Paulo para se reunir com empresários e formadores de opinião. A intenção é reforçar seu nome como o candidato pró-mercado com viabilidade de derrotar Lula.

A viagem já estava prevista antes da crise com Vorcaro, mas agora os encontros ganham um novo significado. Deverão servir para tentar dissuadir dúvidas e amenizar críticas do alto escalão empresarial.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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STF ainda aguarda parecer da PGR sobre Lei da Dosimetria https://cotaperiscopica.com/stf-ainda-aguarda-parecer-da-pgr-sobre-lei-da-dosimetria/ https://cotaperiscopica.com/stf-ainda-aguarda-parecer-da-pgr-sobre-lei-da-dosimetria/#respond Wed, 20 May 2026 07:30:29 +0000 https://cotaperiscopica.com/stf-ainda-aguarda-parecer-da-pgr-sobre-lei-da-dosimetria/ AGU já pediu suspensão da norma; manifestação da PGR é última etapa antes de Moraes liberar caso ao plenário do STF

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O STF (Supremo Tribunal Federal) aguarda o parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República) para avançar no julgamento das ações que contestam a Lei da Dosimetria. A manifestação será uma das últimas etapas antes de o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, liberar o tema para análise do plenário da Corte.

Em manifestações enviadas ao STF nesta semana, a Câmara dos Deputados e o Senado defenderam a validade da lei. O Congresso sustenta que a tramitação respeitou as regras regimentais e argumenta que a definição de critérios de execução penal e política criminal é uma prerrogativa do Legislativo.

Já a AGU (Advocacia-Geral da União) se posicionou de forma contrária à norma. Em parecer encaminhado ao STF na segunda-feira (18), o órgão pediu a suspensão imediata da lei e defendeu que o texto seja declarado inconstitucional.

A manifestação foi apresentada em nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O Executivo aponta supostos vícios formais e materiais na aprovação da proposta, alinhando-se aos argumentos apresentados nas ações protocoladas na Corte.

A Lei da Dosimetria alterou dispositivos da Lei de Execução Penal e do Código Penal para flexibilizar regras de progressão de regime e remição de pena em condenações por crimes contra o Estado Democrático de Direito.

A norma foi vetada integralmente por Lula, mas o veto foi derrubado pelo Congresso. O texto acabou promulgado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em 8 de maio.

A legislação é alvo de quatro ações no STF, movidas pelo PDT, pela federação PSOL-Rede, pela federação formada por PT, PCdoB e PV, além da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Os autores alegam que a medida enfraquece a proteção ao Estado Democrático de Direito, viola o princípio da individualização da pena e teria sido elaborada para beneficiar investigados por tentativa de golpe de Estado, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre 27 anos e 3 meses de prisão.

Moraes é relator das quatro ações. Na semana passada, o ministro suspendeu os primeiros pedidos de aplicação da nova lei apresentados por defesas de condenados pelos atos de 8 de janeiro. Segundo ele, é necessário aguardar o julgamento das ações de inconstitucionalidade pelo plenário antes da aplicação das novas regras.

O ministro adotou o rito previsto no artigo 10 da Lei das ADIs, que trata da análise do pedido de medida liminar. Pela decisão, o presidente Lula e o Congresso tiveram prazo de cinco dias para prestar informações ao Supremo sobre a norma questionada.

Na sequência, os autos serão encaminhados à AGU e, depois, à PGR, que terá prazo de três dias para emitir parecer sobre o caso. Caberá à Procuradora opinar se a lei deve ser mantida ou suspensa pelo STF.

Apesar de a AGU já ter defendido a suspensão da Lei da Dosimetria em manifestação enviada ao Supremo em nome de Lula, o órgão ainda deverá atuar formalmente no processo na condição prevista pela Constituição de defensor da norma questionada.

Na prática, porém, a tendência é que a AGU utilize uma nova manifestação para repetir os argumentos apresentados anteriormente em favor da suspensão e da declaração de inconstitucionalidade da lei pelo STF.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Congresso quer ouvir Andrei sobre INSS e caso Ramagem https://cotaperiscopica.com/congresso-quer-ouvir-andrei-sobre-inss-e-caso-ramagem/ https://cotaperiscopica.com/congresso-quer-ouvir-andrei-sobre-inss-e-caso-ramagem/#respond Wed, 20 May 2026 07:10:42 +0000 https://cotaperiscopica.com/congresso-quer-ouvir-andrei-sobre-inss-e-caso-ramagem/ Diretor-geral da Polícia Federal é esperado na Câmara nesta quarta-feira (20); deputados aprovaram outros dois convites para que ele preste esclarecimentos em comissão

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O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, é esperado nesta quarta-feira (20) na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Inicialmente, o objetivo do convite era ouvir explicações sobre a detenção do ex-deputado federal Alexandre Ramagem pelo ICE, a polícia de imigração dos Estados Unidos, ocorrida em abril deste ano.

Na época, as autoridades policiais brasileiras informaram que a prisão havia ocorrido em razão de um acordo de cooperação técnica com os americanos. A oposição, entretanto, alegou outras versões e disse que Ramagem foi parado de forma aleatória em uma blitz de trânsito. Diante disso, o colegiado, presidido pelo deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), decidiu aprovar o convite de Rodrigues.

Outros assuntos também devem nortear a audiência. É o caso da troca do delegado que comandava o inquérito sobre as fraudes do INSS, investigação que mira Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O delegado Guilherme Figueiredo Silva era o chefe da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários da Polícia Federal desde julho de 2025. À frente do caso INSS, foi o autor de documentos que pediram ao STF (Supremo Tribunal Federal) a prisão do “Careca do INSS”, das buscas contra o senador Weverton Rocha (PDT-MA) e das quebras de sigilo de Lulinha.

Esse tema, a propósito, também foi objeto de um outro convite feito a Andrei Rodrigues e aprovado nesta terça-feira (19) por uma outra comissão, a de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

O requerimento foi protocolado pelo líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ). De acordo com ele, a troca no delegado que estava conduzindo as investigações em um “momento sensível” gerou questionamento pela sociedade e precisa ser explicado.

“A troca gerou questionamentos especialmente quanto à continuidade das diligências, preservação das provas produzidas e autonomia das linhas investigativas em andamento. Dessa forma, faz-se imprescindível que a Polícia Federal apresente esclarecimentos oficiais ao Parlamento brasileiro, garantindo transparência institucional e segurança jurídica à população”, diz o texto de Sóstenes.

É o segundo convite para ouvir o diretor-geral da PF aprovado em apenas um mês. O primeiro foi motivado pela participação de Andrei Rodrigues em um evento internacional com despesas custeadas pelo Banco Master e pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

A viagem teria ocorrido em abril de 2024, com destino a Londres. O evento também teve as participações dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do STF, conforme a programação divulgada.

Do STJ, estiveram Mauro Campbell Marques, Benedito Gonçalves, Raul Araújo, Luis Felipe Salomão e Antonio Saldanha Palheiro.

Também estiveram presentes o procurador-geral da República, Paulo Gonet; Ricardo Lewandowski, então ministro da Justiça e Segurança Pública; Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; e o advogado-geral da União, Jorge Messias.

O evento foi realizado no hotel cinco estrelas Peninsula, no centro de Londres, próximo ao Hyde Park. A diária em uma suíte júnior pode chegar a mais de R$ 10 mil.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Adiamento do relatório da 6×1 marca disputas pela transição e compensação https://cotaperiscopica.com/adiamento-do-relatorio-da-6x1-marca-disputas-pela-transicao-e-compensacao/ https://cotaperiscopica.com/adiamento-do-relatorio-da-6x1-marca-disputas-pela-transicao-e-compensacao/#respond Wed, 20 May 2026 06:30:18 +0000 https://cotaperiscopica.com/adiamento-do-relatorio-da-6x1-marca-disputas-pela-transicao-e-compensacao/ Relator do texto pediu mais tempo para ajustar detalhes sobre a transição; votação está mantida para semana que vem

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O adiamento do relatório da PEC do fim da 6×1 expôs um cabo de guerra entre governo e oposição por alguns pontos específicos sobre a proposta. O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), anunciou que precisará de tempo para montar o texto final e levá-lo para a votação em 25 de maio. O principal ponto: a regra de transição.

Enquanto o governo defende que a redução na jornada de trabalho passe a valer imediatamente após a aprovação, a oposição quer um período mais longo, de até 4 anos para a aplicação da proposta. 

A decisão foi anunciada depois de uma reunião do relator com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Também estiveram presentes no encontro os ministros José Guimarães (Relações Institucionais) e Luiz Marinho (Trabalho e Emprego), além do líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS) e o autor da PEC, Reginaldo Lopes (PT-MG).

O presidente da comissão especial que analisa a PEC na Câmara, Alencar Santana (PT-SP), ressaltou que o interesse de Motta é aprovar o projeto em plenário logo após o aval do colegiado, com esforço concentrado presencial para enviar o texto ao Senado ainda no mês de maio: “Para coroar o mês do trabalhador.”

Líderes da oposição se reuniram na semana passada com Prates e afirmaram estar “satisfeitos” com a proposta que havia sido apresentada a eles pelo relator. A ideia seria um escalonamento da transição, reduzindo em 1 hora por ano a jornada de trabalho semanal até chegar às 40 horas semanais. Nesse formato, a transição duraria 4 anos. 

Já o governo defende que a transição seja de poucos meses para que as empresas possam se adaptar a esse novo formato. 

Esse impasse está nas mãos de Prates que deve buscar um meio termo, que pode ser de 2 a 3 anos de transição, para tentar acolher os dois lados. 

O adiamento da apresentação do relatório, no entanto, não muda o cronograma inicial de votar o texto na semana que vem. A expectativa é que a apreciação na comissão especial ocorra até a próxima segunda-feira (25), para que o texto vá ao plenário da Casa Baixa nos dias 26 e 27 para ser votado em dois turnos. O governo mobilizou manifestantes para ocuparem Brasília nestes dias para pressionar pela aprovação do texto. 

Prates tem dito que trabalha com três pilares da proposta: redução da jornada para 40 horas, fim da escala 6×1 com dois dias de folga semanais e sem redução dos salários. 

Há ainda um outro ponto em aberto para a discussão: a compensação para as empresas. Representantes de setores têm dito que o impacto econômico decorrente da redução será de R$ 160 bilhões para os empresários e pedem uma amortização desse custo. O governo é totalmente contra e argumenta que outras conquistas para os trabalhadores ao longo da história não tiveram ajuda estatal. Eles citam a aprovação da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e a redução da jornada em 1988. 

A comissão analisa duas propostas que tramitam em conjunto, uma de 2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e outra apresentada no ano passado pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP).

Ambas propõem a redução da jornada sem perdas salariais para o trabalhador. A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou as propostas em 22 de abril, o que abriu caminho para o tema avançar na Casa.

Agora, na comissão especial, os deputados analisam o mérito da proposta, como a possibilidade de um período de transição. Parte dos deputados também defende incentivos ao setor produtivo para compensar possíveis impactos econômicos da medida.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Tem que perguntar para o Flávio, diz Michelle sobre áudio dele para Vorcaro https://cotaperiscopica.com/tem-que-perguntar-para-o-flavio-diz-michelle-sobre-audio-dele-para-vorcaro/ https://cotaperiscopica.com/tem-que-perguntar-para-o-flavio-diz-michelle-sobre-audio-dele-para-vorcaro/#respond Wed, 20 May 2026 04:54:21 +0000 https://cotaperiscopica.com/tem-que-perguntar-para-o-flavio-diz-michelle-sobre-audio-dele-para-vorcaro/ Ex-primeira-dama se esquivou de polêmica envolvendo o senador e pré-candidato a Presidência da República

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro evitou falar da crise que assola a pré-campanha a presidente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a divulgação de uma conversa negociando R$ 134 milhões com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Ao invés de defender o senador, Michelle preferiu desconversar.

Na saída do evento de lançamento da pré-candidatura de Maria Amélia, dona de uma famosa rede de docerias em Brasília, Michelle afirmou que o caso não é assunto dela.

“(Sobre) Flávio, você tem que perguntar pra ele”, declarou, recusando-se a responder como ela avaliava o impacto da crise na campanha do enteado.

Flávio admitiu que pediu dinheiro ao banqueiro do Master para bancar o filme Dark Horse que trata da carreira política de Jair Bolsonaro. Na terça-feira, o senador também afirmou que visitou Vorcaro após sua prisão domiciliar, mas disse que foi para dizer que não precisaria mais da ajuda dele ao constatar que as denúncias contra o banqueiro eram graves.

Mais cedo, no palco do evento, Michelle elogiou o senador Eduardo Girão (Novo-CE) e defendeu sua pré-candidatura ao governo do Ceará. Ela aproveitou para cutucar a aliança feita por bolsonaristas com o grupo de Ciro Gomes (PSDB) no Estado.

“Se tiver que perder, vamos perder com dignidade. A gente não vai fazer aliança com o mal. Aqui não é projeto de poder”, declarou Michelle.

Ciro é o pivô de uma crise entre Michelle e liderança do PL cearense, que articularam essa aliança. A ex-primeira-dama não engoliu até hoje os ataques que Ciro fez ao marido dela, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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Andrei Roman: Áudio de Flávio não foi exibido antes de pergunta sobre voto https://cotaperiscopica.com/andrei-roman-audio-de-flavio-nao-foi-exibido-antes-de-pergunta-sobre-voto/ https://cotaperiscopica.com/andrei-roman-audio-de-flavio-nao-foi-exibido-antes-de-pergunta-sobre-voto/#respond Wed, 20 May 2026 02:43:49 +0000 https://cotaperiscopica.com/andrei-roman-audio-de-flavio-nao-foi-exibido-antes-de-pergunta-sobre-voto/ Em entrevista ao WW, o CEO Andrei Roman afirma que 100% dos respondentes ouviram o áudio somente após responder o questionário principal da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg

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O PL acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo a suspensão, por liminar, da divulgação da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg sobre a eleição presidencial de 2026, divulgada nesta terça-feira (19). A ação da legenda questiona se houve indução negativa nas respostas dos participantes do levantamento.

A questão central levada ao TSE pela pré-campanha de Flávio Bolsonaro é se o áudio entre ele e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro foi exibido aos respondentes antes da pergunta sobre intenção de voto para presidente. A hipótese levantada é a de que a exposição prévia ao áudio poderia ter influenciado as respostas sobre preferência eleitoral.

Em entrevista ao WW, Andrei Roman, da AtlasIntel, foi categórico ao responder a questionamentos sobre a metodologia adotada na pesquisa. “Posso garantir que 100% das respostas foram obtidas a partir de respondentes que foram redirecionados depois da submissão do questionário principal para o áudio”, afirmou. Segundo ele, nenhum participante ouviu o áudio antes de responder o questionário principal da pesquisa, e seria impossível voltar atrás e revisitar o questionário para mudar qualquer resposta em função do teste de áudio.

Roman acrescentou ainda que a pesquisa foi devidamente cadastrada no TSE, conforme obrigação legal, e que a documentação apresentada deixa claro que o teste de áudio aparece como o último item avaliado, após a submissão do questionário principal. “Não houve absolutamente nenhuma indução, nenhum tipo de influência a partir disso”, declarou.

Conclusões sobre o eleitorado bolsonarista

Além de rebater as acusações de indução, Andrei Roman comentou os resultados obtidos com o teste de áudio. Segundo ele, o teste foi oportuno para entender nuances relacionadas à repercussão do áudio entre o eleitorado bolsonarista. “A fala do Flávio Bolsonaro não repercutiu de forma tão negativa dentro deste eleitorado”, avaliou.

Roman explicou que a tese de Flávio Bolsonaro — a de que ele estaria apenas pedindo dinheiro privado para um projeto cultural privado — parece ter sido acolhida por uma maioria do seu eleitorado. No entanto, ele fez uma distinção importante: “Uma coisa é uma maioria dentro dos eleitores bolsonaristas, outra coisa é o eleitorado como um todo”, ponderou.

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Fonte: cnnbrasil.com.br

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