Homem é preso por suspeita de lavagem de dinheiro ao sacar R$ 1 mi no DF
Um homem foi preso após sacar R$ 1 milhão nesta terça-feira (12) em uma agência bancária no bairro Asa Sul, no Distrito Federal. A prisão em flagrante faz parte da Operação Shadow Shark, que investiga o suspeito por lavagem de dinheiro.
Segundo a PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal), em depoimento, o homem admitiu a participação na movimentação, mas disse desconhecer a origem do dinheiro.
A ação foi realizada pela PCDF por meio da DCV (Divisão de Análise de Crimes Virtuais), vinculada à Corf (Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes).
As investigações tiveram início a partir de denúncia encaminhada às autoridades. Foi identificada possível utilização de contas bancárias de terceiros para movimentação, ocultação e dissimulação de recursos de origem ilícita, mediante saques e transporte de grandes quantias em espécie.
Os policiais civis passaram a monitorar o suspeito, morador do sudoeste do Distrito Federal, que é desempregado e não possui comprovação de renda compatível com os valores movimentados.

Durante o monitoramento, os investigadores acompanharam o indivíduo até uma agência bancária localizada na Asa Sul. O homem foi abordado enquanto saía do local, transportando aproximadamente R$1 milhão em espécie.
De acordo com a apuração da Polícia Civil, ele teria cedido sua conta bancária para receber e movimentar os valores, ficando com cerca de 4% da quantia como “remuneração”.
Foram apreendidos o celular e outros objetos de interesse investigativo, que serão analisados, mediante autorização judicial, para aprofundar as investigações, rastrear o fluxo financeiro e identificar outros possíveis envolvidos e beneficiários do esquema criminoso.
O suspeito foi preso em flagrante por lavagem de dinheiro e não teve direito a fiança, já que a pena para esse crime é superior a quatro anos. Ele continuará à disposição da Justiça até a audiência de custódia.
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
Fonte: cnnbrasil.com.br
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