Três brasileiras de flotilha com destino a Gaza são detidas por Israel
Três brasileiras estavam a bordo da Flotilha Global Sumud que foi interceptada por forças israelenses na segunda-feira (18). Ariadne Teles, Beatriz Moreira de Oliveira e Thainara Rogério faziam parte do grupo que tinha Gaza como destino.
Em publicações nas redes sociais da Global Sumud, as brasileiras afirmaram que faziam uma missão legítima para romper o “cerco ilegal” a Gaza. Elas também acusaram Israel de realizar a interceptação de maneira violenta e pediram ao governo brasileiro para garantir a libertação e a livre passagem da flotilha.
Em nota, a organização afirmou que os participantes estão sendo transportados pelos militares israelenses para um porto na Palestina ocupada. A nota diz que centenas de participantes foram apreendidos – entre eles, médicos, jornalistas e pessoas de mais de 40 nações.

Em declaração conjunta com Bangladesh, Colômbia, Espanha, Indonésia, Jordânia, Líbia, Maldivas, Paquistão e Turquia divulgada na segunda-feira, o Itamaraty condenou o que chamou de “ataques israelenses” contra a embarcação humanitária, classificando a ação como uma violação do “direito internacional e do direito internacional humanitário”.
O ministério das Relações Exteriores do Brasil também relembrou outras ocasiões em que as forças de Israel interviram no trajeto das flotilhas humanitárias, expressando preocupação com a segurança e integridade dos participantes civis e demandando a libertação imediata de todos.
Em publicação na rede social X após a interceptação, o Ministério das Relações Exteriores de Israel disse que “não permitirá qualquer violação do bloqueio naval legal em Gaza”.
Fonte: cnnbrasil.com.br
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